Seg, 19 de Setembro de 2011 21:36
Última atualização em Ter, 29 de Novembro de 2011 10:19
. Economista

Foi ministro da Fazenda no período 1988/1990, depois de longa carreira no Banco do Brasil e no setor público.
Em sua carreira destacam-se os seguintes cargos: Consultor Técnico e Chefe da Divisão de Análise de Projetos do Banco do Brasil: Chefe da Coordenadoria de Assuntos Econômicos do Ministério da Indústria e do Comércio; Secretário-Geral do Ministério da Fazenda. Foi Diretor-Executivo do European Brazilian Bank, Eurobraz, em Londres. Como ministro, presidiu vários órgãos, entre os quais o Conselho Monetário Nacional e o CONFAZ. Na qualidade de ministro da Fazenda, foi membro do Board de Governadores do Banco Mundial, do Fundo Monetário Internacional e do Banco Interamericano de Desenvolvimento; chefe da delegação brasileira na negociação do acordo bilateral Brasil/Japão, no âmbito do Clube de Paris; membro do Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre um Código de Conduta para as Empresas Transnacionais.
Realizou viagens de estudo sobre os mecanismos de financiamento à agricultura nos Estados Unidos, Canadá, Austrália, França e Japão. É membro de conselhos de administração de empresas no Brasil e no exterior.
Tem três livros publicados e vários artigos em revistas especializadas e veículos da mídia.
É colunista da Revista Veja.
Sócio da Tendências Consultoria Integrada, empresa de consultoria econômica e política sediada em São Paulo.
O perfil do consumidor brasileiro mudou e com ele também mudaram as estratégias das empresas, que começaram a enxergar oportunidades no direcionamento de produtos e serviços para esse novo cliente
Com o aumento da renda e do poder de consumo da classe C o mercado registra um fenômeno chamado "bancarização", marcado pelo acesso de novos usuários aos serviços financeiros, que antes eram restritos. Porém as empresas precisam ficar atentas, pois com o aumento do acesso ao crédito, é fundamental conhecer o consumidor e acompanhar seu perfil de crédito, para evitar o superendividamento e determinar a oferta de produto ou serviço mais adequada em cada caso.
Qual a importância da informação? Essa foi a linha seguida por Roberto Troster, da Delta Consultoria, em sua palestra no segundo dia do CCMCC
Encerrando o último dia de CCMCC, o tema “Muito se fala, pouco se consegue. É possível educar o cidadão a consumir de forma consciente?”, levantou os principais desafios do país e dos cidadãos na busca por um consumo sustentável
Até onde podemos gastar sem prejudicar nossa saúde financeira? Esse foi o tema de debate nesta tarde durante a 5ª edição do CCMCC
Empresa parceira dos bancos e que pretende incluir uma massa de pessoas não bancarizadas. É assim que a agência dos Correios também quer ser conhecida, afinal já foram registradas 203 milhões de transações financeiras em 2011

Suas informações públicas, quando bem tratadas, podem ajudar às empresas criarem estratégias e ações para o oferecimento de crédito e para diminuir da inadimplência. Tema foi foi abordado por por Rodrigo Del Claro, diretor comercial da Crivo
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